Como esquecer, superar um amor , um relacionamento?
- Marcelo Palma
- 21 de jun.
- 2 min de leitura
Atualizado: 27 de jun.
Um amor não é relacionamento de faixada, para inglês ver: é...

... algo de quarto, cozinha e banheiro, água na mesma garrafa, mesmo que jamais se comparta um mesmo teto.
Transformações se põem em andamento na gente.
Há alterações quimicas no corpo todo, no cérebro - hormônios e todos esses neurotransmissores que estão na midia e na moda fazem e acontecem nas relações de amor.
Tanto que nos primeiros momentos de separação é comum vivermos os sintomas de abstinência que os dependentes quimicos (viciados em drogas) enfrentam, causados pela enorme falta que nosso amor nos faz, pelo grande buraco deixado na ausência do amor.
Nada poética é essa face do amor, na hora do desamor.
É muito difícil travessá-la.
E como superar um amor? Talvez com um novo amor.
Não é tão fácil, pois quando amor termina sem que a gente queira, ele vira luto: negação, raiva, barganha, depressão e muio finalmente aceitação.
E leva um tempo, para que esse processo afetivo do luto, de tristeza termine, que vá embora da gente.
Primeiro ocorre uma avalanche de sentimentos, que negam que haja terminado, que odeiam, que cojecturam sobre "se eu tivesse feito isso ou aquilo ainda estaríamos juntos", sentimentos de fim do mundo, de sarjeta, até a aceitação: que pelo bom e pelo mau faz parte da vida, e é vida que segue!
Mas até chegar a esse ponto, percorreemos ardo caminho afetivo, emocional, bem difícil memso. Até que chegue o momento em que começamos a enxergar o crescimento que tudo isso trouxe.
Duas coisas são certas: 1. Que não há o dia, sem a noite. Quem vive o prazer, deve estar ciente que sua contrapartida será sempre algum tipo de dor. 2. Que a tristeza é muito mais profunda que a alegria.
Assim se a vida te dá um limão depois da brincadeira, faça uma limonada!
E ter ajuda profissional (terapia) é um suporte valioso para enfrentar todas as fases da separação, do fim de um amor.
Primeiro, por oferecer suporte e acolhimento à dor desse difícil processo. Segundo, por ajudar a reconhecer o crescimento que está ocorrendo e que nem sempre é óbvio, que comumente fica ofuscado, esquecido pela predominância da dor.
Se por alguma razão você não puder ter acesso a ajuda terapêutica, saiba que o tempo é o grande curador das coisas do coração, e que isso também passará.
O proximo amor, o nome já diz, está próximo.

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